quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Carta à 2016

Como sempre, esperamos a virada de ano.

Eu particularmente quero acreditar que o ato de virar a folhinha do calendário, irá renovar as minhas forças para um novo ciclo.

Não dá para varrer todos os problemas do ano velho pra de baixo do tapete, mas pelo menos durante os dez segundos que sucedem a chegada de janeiro, quero acreditar que tudo poderá ser diferente.

Então, os meus desejos de um Ano Novo:

Peço a Deus que me dê forças para prosseguir na minha caminhada e que guarde e proteja meus filhos. Amo cada um de vocês, ao infinito e além!!! (Esse ano, vou até tatuar um Hi5)

Eita, que esse ano chego nos 40!!! (Misericórdia!!! kkkkkkkkkkkkkk)

Que Ele cuide do meu marido e lhe dê sabedoria e capacidade de superação, além de abençoar mais um ano de amor e companheirismo.

Que meus pais sejam abençoados e de fato, vivam a vida.

Que meus sogros e minhas cunhadas, sejam fonte de vitória e de bons recomeços. Desejo também bons e novos amores para as minhas cunhadas! Força na peruca Dani e Karina!

Que minha irmã se ajeite profissionalmente fazendo oque ela gosta, mas que seja recompensada financeiramente, e que encontre um novo amor.

Para meu irmão, minha cunhada Jill e a prole que mais amo depois da minha (Leozinho, Henrique e Rafinha), que o casamento de vocês seja abençoado e que a família de vocês esteja sempre, acima de tudo. Amor, paz e saúde!!! Tim-Tim!!!

Não posso deixar de falar o que desejo pra duas pessoas que amo de paixão; Minhas irmãs de alma e que sem elas no decorrer deste ano, eu não seria ninguém: Ci e Carol!!! Minhas lindas e companheiras. O que seria de mim sem vocês também?!!!! Nós nos vimos pouco esse ano por conta da correria de nossas vidas, mas esse ano, tenho certeza que vai ser melhor. Desejo para vocês o que de melhor pode haver nessa vida, desde amores, amores bons, (daqueles que deixam a perna bamba), até a realização profissional e remunerada; Saúde (que Deus nos liberte de nossas TPMs - kkkkkk e enxaquecas) e muitaaaaaaa paz. E pra Vivi, desejo sucesso na nova etapa escolar que ira começar esse ano. Você tem uma família que te ama muito e nós também, que não somos sangue do seu sangue (kkkkkkkkk, que brega) mas estamos aqui pro que der e vier!

Outra pessoa que não vi este ano, e que amo, minha outra irmã de alma, daquelas que só de olhar, uma lê a outra: Quel!!!!! Amo vocês!!!! Chris, Gi e Theo! Vcs também são especiais demais pra gente!!!

Sandrão, César, Denis e Dani, esperamos que esse ano seja The Best!!!! Obrigada por vocês fazerem parte da nossa história também!!! Vocês estão sempre em nossos corações.

Melissa, sua pesteeeeeeeeeee!!!! Será que vamos conseguir nos ver esse ano?!!!!

Para a família e o restante dos amigos, tudo de melhor!!! Que 2016, seja de fato um Novo Ano!!!

AHHHHHHHH!!!!!! E tem uma coisa muito importante na minha lista: Nós queremos uma casa!!!!! Que Jesus nos abençoe com esse desejo!!! (Será que adianta eu fazer um vídeo como o da Maria Clara? Eu quero uma casa, eu quero uma casa! kkkkkkkkkkkk) Vai que dá certo!

Então, que seja por superstição, que seja por fé, ou o ato de começarmos um novo calendário, mas sempre e acima de tudo com Deus no coração, que venha 2016!

Happy New Year!!!

Beijos,

Dani Nunes




segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Fa faro fara faro fara fara faro faro fara faro fafaaaaaaaaa



E ai, genteeeeeeeeee?!!!

Tudo joinha depois do Natal?

E que Natal!!! Fala sério!!!

Eu tive que ajuntar moedinhas pra poder liquidar com o presente da molecada, e olha que foi o Natal das bugigangas.

Trocamos a RiHappy (que de rir não tem nada, só de chorar), pelas lojas de calçadão e foi assim, que o Papai Noel aterrizou na casa do tio Rá e da Tia Jill, este ano.

O Nicolas ainda não conseguiu entender muito bem, porque a cartinha dele não foi seguida a risca; e a Maria Clara, também não entendeu (apesar de ter amado, e eu queria ter tirado uma foto da cara dela, quando o viu) como ganhou um Bambolê...

Esse Papai Noel é maluco mesmo, né ?!

Quem saiu feliz da vida, foi o Felipe. Tanto badulaque da POPOPÓ, que só de ouvirmos a menção da pintadinha, a família inteira quer fugir... Mas como caçula e  rei da tirania, impera, então, seja feita a vontade da Majestade Fefo... e dale Popopó Popopóoooooo...

Mas entre mortos e feridos, todos estão sãos e salvos.

Agora é nos prepararmos pra virar esse ano.

Vai embora, por favor.

E mudando totalmente de assunto, se não vou começar com a sessão depressão descontrolada, meu post de hoje é pra falar de uma coisa inacreditável: Meu filho caçula não come!

Quem já ouviu isso?

Aposto que um monte de pais e mães.

É fase, é verme, é manha, é o peito (que não tirei ainda), é preguiça, é a puta que pariu (desculpem, mas esse assunto é muito delicado pra mim, que não sou nada delicada).

Mas não aguento mais!

Estou me descabelando e hoje cheguei no limite, depois do vinagrete, de 1 e 1/2 pote de danoninho e pasmem: FAROFA!!!!!! E o pior na colher de serviço dentro da panela.

Surtei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E não poderia deixar de contar isso para vocês, pois isso é uma afronta à mãe das criancinhas que cozinha uma comidinha nota 10.

Você faz arroz, feijão, salada, carninha e o ser,  seu filho amado, come vinagrete e farofa de balde?

Isso é pra humilhar qualquer mãe dedicada.

Juro, não sei mais o que fazer com o Felipe.

Mês que vêm, o pediatra dele, salve, salve amado Zé Agop, me aguarde!!!

Ele me disse que a fome faz criança comer terra, então, que pra inapetência tem remédio.

Juro! Já dei vitamina, já dei estimulante de apetite, já deixei passar fome (isso é mais ou menos verdade, por que ele sempre acaba mamando no peito, que está quase no volume morto, como a represa do Guarapiranga...e (suspiro)...sou mãe, caramba!)

Se alguém souber de uma reza, simpatia, macumba, favor me comunicar, porque estou a beira de um colapso nervoso. (deu pra perceber né?!)

Enfim, só me resta chorar ao som da batida da farofa e me confortar que dentro da mesma tinha cenoura.

Bjs com estalo da mandioca.

Obs: Agora me deu um estalo e pode ser que ele goste da textura da tapioca! (Por que ser mãe é isto: você não desiste jamais! É como ser um Jedi)

Dani Nunes







quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Happy - O Cachorro Gato

Olássssss!

Depois de 3 dias de bode e d.r.s esclarecidas estou me sentindo melhor.

Hoje também não vou postar momentos tão felizes, ou também podem ser, depende do ângulo em que o fato for abordado.

No dia 1⁰ de novembro, o Happy nosso cachorro, o primeiro pet a fazer parte da nossa família, virou uma estrelinha.

É muito chato falar disso, mas eu preciso colocar pra fora oque tenho sentido a respeito, principalmente, por que o Happy, era um senhor de 105 anos. Tive que fazer esse paralelo, para tratar da paciência que temos com os idosos.

A única pessoa que tinha de fato,  paciência, com a velhice dele, era a minha sogra.

Mas vejam bem: não estou falando de maus tratos, de falta de cuidado. Não é nada disso.

Estou falando de atenção, por que geralmente não temos paciência com os mais velhos, sejam bichinhos ou gente como agente.

Eu e o Carlos ensinamos para as crianças que temos que amar e respeitar os mais velhos. Todavia, os nossos ensinamentos não nos pouparam de situações embaraçosas, como por exemplo: um dia, o Pedro tinha 3 anos e chamou o Tio Michel de velho (ele ficou muito bravo, e com razão!);E depois falou que uma outra senhora era fedida (oque não era mentira, mas ele não precisava ser dito... Mas ele era um bebê... Mesmo assim, a senhora achou o comportamento dele um absurdo...)

Enfim, sempre amamos e respeitamos nossos avós, tios, tias, e estranhos. Ser/estar velho é sinônimo de experiencia de vida, conhecimento do tempo e prelúdio da alma.

Eu me lembro que quando ia para Ouro Fino, meu pai me levava na casa da Tia Marlene (irmã da Vó Mafalda, vulgo Petita, mãe do meu pai) para ver o Biso Antônio. Chegando lá eu e meu irmão, eramos obrigados a pedir benção pra ele e eu achava aquilo um Ô!

Hoje dou risada. Aquele velhinho lindo, estendia a mão pra gente, com uma solenidade!

AH! E tinha a Bisa Lídia... Gente ela era um sarro. Essa sim deveria ter sido batizada de Sincera.  Ela era tão sincera, que meu avó Aramis, surtava com as observações tão peculiares, tipo, o tamanho dos meus dentes (que eram tortos mesmo e grandes); a quantidade de comida do meu prato (e era aqui que meu avô, bradava, "Coma, coma! Está na mesa é pra comer! Sou eu que compro esta comida" e torcia o bigode de raiva); do meu tamanho GG... O pior é que ela era surda, mas parecia que era mentira. De alguma maneira ela sabia de tudo que falávamos.

Uma vez, minha Vó Netty estava pendurando roupa no varal e assoviava uma canção folclórica alemã e na parte que ela parou, a bisa entra e termina a música! Como assim???? Até hoje, está história é um mistérioooooooo! (como dizia, Dona Milu...)

Quando entrei na faculdade, morei um ano com os meus avós e não era raro eu acordar de madrugada e ela estar parada na porta do meu quarto, segurando a maçaneta e mastigando a boca... Era um filme de terror... kkkkkkkkkkkkkk

As vezes, ela pedia pra eu raspar a barba dela com gilete. Aquela pele fininha e enrugada que dava medo de rasgar com o movimento do aparelho de barbear, aiiiii!

E hoje sinto saudade e acho tão romântico este tipo de cena nostálgica. (menos ela na porta do meu quarto!)

Mas, sinceramente, são muito poucas as pessoas que tem paciência com os idosos.

E foi assim com o Happy nos últimos tempos.

Primeiro que ele não podia ficar dentro de casa, pois o Felipe não tinha imunidade pra ficar pisando no chão que o cachorro pisava e deitava: ele estava soltando muito pelo, por conta de dermatite.

Na realidade o veterinário falou que ele não poderia usar nem uma espécie de coberta ou endredon, (pois as pessoas, nos dias de hoje, tratam os animais como gente) que era pra colocarmos um papelão para ele deitar. Tá bom! O Carlos até que tentou!

Ele ficava rodeando a casa sem parar e só sossegava na cozinha, ai volto na questão do pelo... O militante na luta contra os pelos do Happy era o Pedro. Ele não comia se visse um pelo na cozinha, e ai eu tinha que rebolar pra casa não cair.

Para dormir se ele não ficasse na cozinha ou na sala, ele passava a noite rodeando a casa, e apenas umas duas noites de calor conseguimos que ele dormisse fora.

Ele passou a avançar na Vi e no Nicolas, se eles fossem impedir de deixa-lo entrar e sair da onde ele queria estar ou ficar.

Mas acho que ele fazia isto, por que não enxergava mais mesmo...

E também vivia literalmente, no meio das pernas da gente! Com isso eu ficava muito brava, por que cheguei a me machucar, pra não machucá-lo.

E ai era a frase da temporada, "Happy sai dai!", que na verdade acho que ele não entendia.

Se eu ia pra rede com o Felipe, ele deitava embaixo da minha bunda.

Ele ficou pacato, não era mais aquele cachorro gato, como dizia minha amiga Raquel.

Quem conheceu aquele cachorro maluco, que destruía minhas plantas e vasos; comia tudo que via pela frente (aqui com a colaboração da Bela); que corria com o Carlinhos treinando pra São Silvestre; que escalou o muro pra tirar onda na casa do vizinho que tinha piscina e jardim gramado (porque ele estava enjoado do cimentado); do caçador de gatos (que apesar de ter o sangue deles na veia, não admitiu isso até o fim); do comedor de fraldas sujas (até as do Felipe); do remexedor de lixo... eca!, e por ai a fora... Ele era um misto de traquinagem, safadeza e muito amor.

Nunca mordeu nenhum de nós, nem avançou. (como eu disse, no fim, acho que ele não sabia mais oque estava fazendo). Ele era o nosso guarda, nosso segurança, apesar do porte pequeno ele nos protegia e nos amava.

No feriado de finados viemos para SP. E no domingo de manhã, meu sogro ligou e pediu pra gente voltar que ele não estava bem.

Na manhã deste mesmo dia ele deu um grito tão agudo que nem meu sogro e minha sogra, nem minha cunhada sabiam oque ele estava sentindo, mas tenho certeza que ele estava mandando eles nos chamarem pra ele se despedir.

Chegamos, ele estava deitado, enrolado nos paninhos. Conversamos com ele, e eu e o Carlos tentamos dar água pra ele. Lambiscou. Demos dipirona para tentar minimizar a dor.

Ai eu conversei com ele. Falei que já estávamos lá e que ele poderia descansar.

E foi ai que senti a presença da Bela. Latindo, abanando o rabo, chamando para ele sair e largar aquele corpo cansado e debilitado. "Venha, vamos brincar!" Ela chamava.

E ai, a família reunida em torno dele, falei se eles sabiam quem estava lá, e o Nicolas chorando balançou a cabeça e falou "A Bela", então tive certeza que eu não estava louca.

Nos despedimos dele e sabíamos que era uma questão de tempo.

Fui pra quarto e eles (o Happy e a Bella) vieram me falar que tinha terminado. O Happy estava livre pra voltar a vida de gato.

Em seguida o Pedro veio me falar que ele tinha partido.

Quando peguei o Happy, numa caixa de sapato, na frente do açougue, coberto de sarnas, todos me falaram que ele não iria viver. Foram 15 anos ao nosso lado, da nossa parte com mais erros do que acertos, da parte dele fidelidade até o fim.

Da mesma maneira que ele chegou, em uma caixa,  foi devolvido pra Deus. Embrulhadinho, parecia estar dormindo.

E só ficou em nossos corações a saudade e a certeza que ele de fato descansou.

A moral da história é que a paciência com os idosos sejam bichinhos ou humanos, devem ser a mesma.

Quando agente é criança e mesmo na nossa vida adulta, muito pouco nos preparamos para envelhecer e para a velhice. Sei do que estou falando, porque tenho meu pai e meu sogro, ambos com os cabelos bem brancos. E as vezes não temos paciência mesmo! E as vezes procuro no meu pai, o pai de quando eu era criança... Quase sempre dói. E eu também estou envelhecendo.

Tratar com respeito e dignidade aqueles que um dia nos serviram de alguma maneira deveria ser lei.

Amanhã vamos caminhar na mesma estrada, e te pergunto: Como você quer ser tratado?

Pense nisso.

Beijos,

Dani Nunes










segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

D.R.

Oi, gente!

Derretendo com o calor, como nós aqui de casa?

Sorte de quem tem um ar condicionado, piscina, praia do outo lado da rua (porque com esse calor, não dá pra dar 10 passos de baixo desse sol, capaz de derreter), e se não tivéssemos o azar de estarmos passando por recessão de falta de água, caberia até um banho de mangueira...

Calor de doer a parte, tô bem brava neste começo de semana.

Meu final de semana não foi bom e estou bem irritada.

Sabe, mesmo quando agente ama uma pessoa de doer, que morre e mata por causa dela, não quer dizer que não sintamos raiva, ou que achemos que tudo é bom e perfeito.

E lógico que não é.

E também, não quero buscar o sentido da minha existência dando uma de Nietsche tupiniquim, já que,  não existe verdade verdadeira.

Então, cada um enxerga sua vida e suas ações, conforme convém seu próprio umbigo.

Eu tenho meu jeito de ver e entender o mundo; O Carlos tem o dele.

Vou relatar o que aconteceu, e ai cada um pode entender como bem quiser e de acordo com a sua verdade, aqui vou relatar apenas a minha, ok?

Enfim, no sábado, o Carlos foi à Santos com seus pais, levar a minha cunhada Karina para embarcar na sua viagem de férias e levou a tira colo o Nicolas e a Maria Clara.

Como meu sogro anda um tanto perdido, a minha sogra pediu para que ele fosse junto, para ajudar com o caminho e fazer companhia. Até aqui tudo bem.

Só que a história mudou um pouco de contesto, quando além de ir levar a cunhas, ela resolver esticar pra Praia Grande para ver como estava o apartamento da família do meu sogro, saber se tinha condição de passar um tempo por lá (até aqui tudo bem, pois dessa forma o Carlos iria levar as crianças na praia), mas ela queria passar o fim de semana lá (e eu já havia falado pra minha sogra que não concordava do Carlos dormir por lá e passar o fim de semana dele dividindo a nossa família, bem como disse a mesma coisa para ele, que ao tudo indicava tinha concordado também; Outra coisa é que só iria o Nicolas, e não achei justo com a Maria Clara, então, ou iriam os dois, ou não iria nenhum - Ou seja, foi tudo dito e combinado antecipadamente), e foi ai, que a porca torceu o rabo.

Você deve estar pensando que estou louca, qual o problema dele ir pra praia com os pais dele, certo?

Então, aqui vai a minha verdade: estamos passando por uma barra, no sentido de estarmos juntos como família. O fim de semana é tudo que temos para concentrarmos nos 7 e fazermos alguma coisa JUNTOS, e podem me chamar de careta, não tô nem aí.

Durante a semana, é um sacrifício para nos ligarmos e curtirmos um ao outro, e todo mundo sabe que durante a semana a rotina, as coisas de trabalho e os imprevistos, tornam isso quase uma missão impossível, então o fim de semana é meu e da minha família.

Outra coisa que tive que trabalhar com muita dor, foi o fato de não estar presente quando o Nicolas e a Maria Clara, fossem à praia pela primeira vez (tô chorando escrevendo isso).

Eu queria ver os olhinhos deles olhando a imensidão do mar pela primeira vez; Eu queria estar perto quando eles sentissem entre os dedos dos pés a areia molhada.

Era eu que queria ouvir os gritinhos deles desafiando com bravura as pequenas ondas lambendo as perninhas deles... Era eu...

Abri mão disso, por que não queria me atrever a ser tão egoísta, e meu Deus, quantas vezes eu planejei isto, era um sonho meu... Será que isso conta?

Ir passar o dia e voltar, tudo bem. Eles iriam chegar, vir pra mim, e contar como foi aquela experiência tão linda. E a mim caberia decifrar a felicidade nos quatro olhinhos, mas não foi isso que aconteceu.

Nem roupa pra ficar lá eles levaram, e eu fiquei com a promessa do meu marido que eles voltariam naquele dia.

De tarde, toca o celular. Não vão voltar. A minha esperança de sanar um pouco a insatisfação de ver os meus filhos, e poder saber de como foi aquele dia, já era. "Tá chovendo não vamos voltar. Vou aproveitar para leva-los a praia de manhã..." e eu apenas respondi, que não queria saber, que não iria ter uma D.R. pelo telefone e que não queria falar com as crianças e ai que veio o golpe de morte.

Eu não estava olhando nos olhos dos meus filhos. E eles estavam querendo me contar pela bosta de um celular uma experiência que demorou o tempo da vidinha deles pra acontecer. E no fundo a risada de satisfação da minha sogra e do meu sogro. Eles estavam vivendo o que era pra mim ter vivido.

Para piorar a história o Felipe não parava de procurar o Papai, a Má e o Ni, como ele chama as crianças. Fomos comprar um lanche e ele ouviu duas crianças brincando, e ele achou que era os irmãozinhos, ficou chamando, choramingando e eu tentando enganá-lo.

De madrugada ele ficou chamando o papai e a Má. Eu não preguei o olho de raiva e de dor de estômago e por causa dele...

De manhã quem o Felipe chamou de primeira: a Má!

Nessa altura eu já estava surtando, por não ter dormido; Por ter estourado uma couve flor na minha boca; Por causa do Felipe, que estava triste; Porque para não castigar os mais velhos deixei que eles fossem pra casa do meu irmão (e eles podiam me fazer companhia e melhorar a tristeza do Felipe).

Quando eles chegaram, eu estava morrendo de saudades, mas estava tão magoada e me sentindo tão traída que não queria ouvir nada, porque cada palavra parecia um corte de navalha; Porque o meu sonho de mãe, tinha ido pro bueiro.

E aí eu tinha que tentar ser "RACIONAL".

Então, como não estou conseguindo verbalizar, eu escrevo, racionalmente, as minhas verdades.

E como disse no princípio cada um vai ter as suas verdades.

Inteiras, meias, divertidas, amarguradas, falsas, felizes, a verdade do jeito que ela for, só pertence a cada um.

É isso.

Nem todos os dias as nossas verdades são risadas.

Hoje a minha verdade, é que o mar se abriu debaixo dos meus pés.

Boa semana para todos nós,

Dani

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Eu quero aquele celular!

Maria Clara é terrível.

Dos cinco filhos ela é a mais espirituosa.

Sempre tem uma tirada ou conclusão a respeito dos assuntos abordados.

Dia destes ela estava concentrada, quando de repente me solta: "Mamãe, andei juntando os fatos e acho que Papai Noel não existe!"

Antes de responder cai na gargalhada e perguntei "Quais fatos?"

Ela começou: "Primeiro, por que as crianças nunca podem ver o Papai Noel? Quando vamos a casa do tio Rá temos que ficar no quarto, esperando, esperando e só ouvimos o sininho e o hohoho, e ai ele desaparece... Porque tem gente que ganha presente e tem gente que não ganha? Porque é a Tia Dani que compra os presentes pra gente? ela não tem Papai Noel? Como ele mora no Polo Norte, e consegue entregar presente no mundo inteiro?"

Nesta altura do campeonato eu já estava com todas as respostas na ponta da minha língua, porque acredito, que ela e o Nicolas, devem ter um pouco mais de ilusão de infância. Eu acreditei em Papai Noel, até os 10 anos. Só que como os primos foram ficando mais velhos e começaram a falar oque iam ganhar de Natal, que a tia iria dar e etc e tal, a ilusão foi por água a baixo.

Mas, enquanto durou era muito bom!!!!

Eu sei que a importância do Natal, está contida na homenagem ao nascimento de Cristo.

Adoro presépios e meu sonho é ter um bem grande, pra montar no jardim da minha casa.( Por enquanto me contenho com o meu pequenino, que já vem com o menino Jesus e não dá pra colocar só no dia 25...)

Então, sempre falo pras crianças que o espírito do Natal é Jesus, mas é obvio que elas esperam o Papai Noel, com direito a cartinha e despacho pelo correio.

Mas, voltando a minha DR natalina com Maria Clara, lá fui eu: "As crianças não podem ver o PN porque se elas encontrassem com ele iriam ficar tão felizes, que não iriam deixar ele ir pra outra casa, porque ele é um velhinho tão gorducho e fofo, que as crianças não iriam querer largá-lo de tanta felicidade de estar perto dele... Haaaa Mas pensa bem que coisa linda! As renas ficam se chacoalhando e os guizos ficam tão agitados que parecem sininhos... É isso que você escuta do quarto enquanto ele entrega os presentes. E enfim, os presentes! As vezes o papai noel não tem como dar para todas as crianças... Por isso você tem que ser sempre boazinha (que pecado, só fiquei pensando nas crianças que não podem ter a alegria de um presente, por "n" motivos) e no caso da tia Dani, o PN dela não vai na casa dela porque lá não tem crianças...Ele só aparece nas casas com crianças! A e claro, as renas são mágicas, por isso ele consegue ir para todos os lugares..."

Ufaaaaaaaaaaaaaaa!

Mereci até um nobel pela preservação da infância feliz!

Ela aceitou, não contra razoou o minha contestação e assim ficamos felizes, por enquanto.

O duro é que os itens da cartinha não vão rolar.

Não tenho grana e vamos dar para as crianças o possível, mas não me sinto mal com isso não!

E assim eles também vão entendendo que na vida as vezes as coisas não vêm tão fácil assim.

Não comentei sobre o preço das coisas no outro post? Acredito que por mais que queiramos ver os nossos filhos felizes e tendo tudo que eles querem, tem coisas que não se justificam, como por exemplo, se endividar no cartão de crédito (que não tenho) e depois não conseguir pagar.

Aprendi que para o bem deles mesmos é melhor não fazer determinadas coisas, seguindo o impulso consumista do fim de ano.

Meu Deus, já escrevi um romance e não contei do celular! kkkkkkkkkkkkkk

Então, postei no face um vídeo da terrível, em que ela gravou escondida, uma mensagem para o papai Carlos pedindo um celular, quando ela tivesse 8 anos. O melhor do vídeo são as expressões dos olhos arregalados falando: "Eu quero aquele celular, Eu quero aquele celular!"

O Felipe tem até medo da cara dela no vídeo. kkkkkkkkkkkkkk

Bom, todo este discurso pra chegar aqui.

E enfim, acabei! (tem gente que nem aguentou chegar até aqui! kkkkkk)

Uma boa quarta feira e até a próxima!

Dani

video

domingo, 6 de dezembro de 2015

Ho,ho,ho... Olhe o bolso e os filhos também!

Domingão de advento, 18 dias para o Natal... Chuva na cabeça... Qual é o passeio do paulistano? Shopping, é claro... E aí, que parece que não tem crise pra ninguém, pelo menos é a primeira impressão que você tem aos disputar uma vaga no estacionamento; (e tome cuidado porque alguém pode estar armado e te metralhar por causa de uma vaga). Enfim, como a primeira impressão nem sempre é a que fica, o povo se espreme pra andar no corredor do shopping, mas a grande maioria, de mãos abanando.
E lá vai a mãe de cinco, com os cinco, fazer pesquisa para as compras de Natal.

Geeeeente!!!! Fala sério!!! Quem é que tem coragem de gastar R$ 70,00 em qualquer porcaria??????
Eu sei que mãe e pai amam os filhos, que matam e morrem pelo filhos, mas Não vão querer ser assaltados por amor a prole.
Papai Noel aqui de casa aderiu a recessão.
Vai ter um presentinho pra cada um de baixo da árvoree vamos prestar mais atenção ao significado do Natal. Deixa a riqueza para os 3 Reis Magos, porque por aqui o negócio é mais embaixo.
Acho que não sou eu apenas que estou indignada. Então, o negócio é retalhar mesmo esse abuso a que somos submetidos com a chegada das datas comemorativas.
Será que na páscoa do ano que vem o ovo de páscoa de 250grs, vai chegar a R$ 25,00 reais???
Coitado do rabo do coelhinho...
Revoltas a parte, vocês acreditam que tinha um menino abandonado dentro de uma loja de brinquedos?
Foi pedir R$ 3,00 pro Carlinhos, pra comprar uma arma da Nerf.
O Carlinhos na hora perguntou, "Cadê tua mãe, teu pai?"
E se é um ser mau intencionado?
Na hora chamei a gerente da loja, que acionou o segurança.
Mas o babado é que perguntei onde estava a mãe dele e ele me disse que na loja de sorvete, no andar de cima do shopping, e que pegava ele na loja de brinquedo às oito da noite... Mega estranho né?!
Aí, uma das vendedoras me contou que na semana o segurança apareceu com dois pitoquinhos um pouco maiores que o Fefo, segurando as mãos dele perdidos no shopping.
Por isso, independente de ser mãe de 1, 5 ou 10, toda a atenção deve ser pouca e redobrada, principalmente nestas épocas.
Vocês acreditam que minha Vó e minha tia Silvia "perderam" meu primo Enzo dentro de uma loja Pernambucanas? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Minha tia se ler isso vai me matar, mas quem quase morreu na ocasião, foram as duas... kkkkkkkkkkkkkkkk
Bom por hoje é só.
Bom final de domingo e boa semana!

sábado, 21 de novembro de 2015

Amigos do Miguel

Oi pessoal!

Muito tempo longe do meu blog.

Para variar, estou sem acesso a net, o que tem dificultado, totalmente a minha dedicação à página.

Espero que vocês estejam bem.

Por aqui continuamos na luta, torcendo por dias melhores, mas como a situação do país anda brava, tem muita gente "como a gente", lutando pra sobreviver no meio da inflação e  da corrupção.

Tá difícil né meu povo?

Quanto mais agente reza, mais assombração aparece, e, acredito, que caminhamos rumo à terceira guerra mundial tamanha a onda de depreciação do seres humanos: ataque terroristas, ataques contra a natureza ( e o que vimos de catástrofes naturais, só aconteceram graças as más condutas humanas, e aguenta que ainda vem mais! - Tô passando mal só de escrever isso aqui!), ataque contra os cofres públicos em favor de interesses pessoais, ataques contra crença, raça, sexo, e por aí caminha a "desumanidade"....

A vá!!!! Quanto baixo astral! Mas se não pararmos para discutirmos o mundo em que estamos vivendo e em que nossos filhos  estão sobrevivendo, como poderemos lutar por um lugar melhor, não é?!

Então, a minha proposta e não abaixar a cabeça.

Acredito que o nosso poder continua no voto.

Temos que tirar essa cambada de incompetentes dos três poderes, sim, três poderes: Legislativo, Administrativo e Judiciário e fazer valer verdadeiramente os três poderes encabeçados por Montesquieu.

Limpeza geral! 

Gente nova e conscientizada no poder.

Mas, falando em ideologia, gostaria que vocês me ajudassem em uma causa: A dos "Amigos do Miguel"

Eu sei, que a situação tá complicada prá todo mundo, mas com um pouquinho podemos fazer diferença, na vida dessa família que luta pela sobrevivência do seu bebê.

Não vou ficar me delongando. Acessem a página dessa gente do bem no Facebook e conheça um pouco da história deste menino lindo e se deixe cativar por uma pessoinha que fala com os olhos:  





Gente, como mãe de cinco, não consegui ficar indiferente a essa situação.

Eu sei que tem várias crianças precisando de ajuda, então, podemos começar por aqui e se alguém souber de outro caso, e outro, podemos começar uma rede de ajuda.

Isso com certeza nos torna melhor e nos faz ver que somos independentes de um sistema de justiça e saúde falidos.

Amigos do Manual de Mãe de Cinco, conto com a ajuda e oração de vocês!

Semana que vêm, já de férias escolares e de férias na casa da mamãe  (Pois é, mãe de cinco também gosta do colo de mãe e de pai) volto a falar com vocês e contar um pouco de nossas histórias desde a última postagem... Por exemplo, o questionamento da Maria Clara sobre o Papai Noel. (kkkkkk - rachei o bico, pois ela andou "Juntando os fatos")

Beijos carinhosos.

Que a força esteja com vocês!

Dani Nunes




quarta-feira, 22 de abril de 2015

Um negociante com legítimo sangue armênio

Olás!!!
Muito tempo sem postar e saudades de poder estar contando cada história divertida do meu mundo de cinco.
Tantas coisas acontecem e a impossibilidade de postar por diversos fatores acabam dissipando as mais diversas tiradas das crianças.
Mas, essa história eu não poderia deixar de mencionar.
O Nicolas é ilário!
No auge de seus 5 anos ele já sabe o que quer ser da vida: Banqueiro!
Ele acha que quem trabalha no banco vive rodeado de notas e moedinhas e que na verdade, não precisa trabalhar... hahahahahahahaha
Que bom se fosse assim, né minha gente?
Aí que no aniversário do Pedro, ele ganhou dois celulares: um da madrinha do Fe, minha amiga Cíntia e outro da minha irmã Ana.
O Pedro muito generoso, deu um dos celulares para o Nicolas.
E o Nicolas ficava com o celular, mas eu não coloquei chip e muito menos crédito.
Pois, já que estamos falando sobre celular sou totalmente contra dar esses aparelhos para as crianças.
Além de incentivar o consumismo é  um perigo, pois a incidência de assaltos aumentou absurdamente com relação a roubos de celular.
Então pra que bobear, não é mesmo?
Para ipod, iphone, "itudo", o meu negócio é ai, que pena! Não rola!
Enfim, voltando ao Nicolas, uma das assistentes que trabalhou na minha casa, perguntou se eu vendia o aparelho pra ela.
Eu disse que o aparelho era do pequeno, e que ela deveria perguntar pra ele.
Lá foi ela:
"- Nicolas, você quer me vender seu celular?
E ele:
- Mas quanto você vai me pagar?
E ela:
- Ah, não sei. Quanto você quer?
Ele mais rápido que o Flash:
-Cinquenta reais!
Ela concordou e explicou que só poderia pagar no dia do pagamento dela.
Ele perguntou quando seria e ela respondeu.
Ai que o danadinho, só entregou o aparelho no dia que ela recebeu.
Mercadoria entregue mediante pagamento, olha que menino mais esperto!
kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Mas, durante os dias que se sucederam até a data do pagamento, a todo momento ele perguntava se já era "O Dia".
Bom e aí que tem mais!
Como o celular era do Pedro, ele pagou 10% de comissão para o irmão.
"Por que era do Pedro, né mãe!"
Pode?
Mas é claro que pode.
Só que depois disso tudo ele quer negociar.
Até as pequenas tarefas cotidianas, para ele deveriam ter um valor. Mas ai já achei demais...
Por exemplo: escovar os dentes, valem quantas moedinhas?
Nenhuma, oé!!!!!
Não temos que pagar para que se faça higiene!
E assim, vamos lapidando o nosso pequeno comerciante de legitimo sangue armênio!
Bjs prá vocês e uma ótima semana!
Dani

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Uma estrela chamada Bela

Oi pessoal!
Tudo bem com vocês?
Em primeiro lugar gostaria de lhes desejar um feliz Ano Novo!
Que Deus abençoe a todos vocês e que esse ano que se inicia seja repleto de felicidade, saúde, amor e sucesso!
Em segundo lugar, gostaria de me justificar mais uma vez: tentei escrever e retomar a minha rotina normal no blog, porém continuamos sem internet de qualidade. Nem o meu editor de texto funciona com o provedor G3 que temos em casa... Vive morrendo!
Ai, é claro, meus planos seguem frustrados...
Queria muito, mas muito mesmo, retomar a postagem de pelo menos um texto por semana, pois sempre temos novidades quando se tratam de filhos... Crianças vivem aprontando...
Quem tem filhos, sobrinhos, netos, ou seja, os pequenos serzinhos instigantes, sabe bem do que estou falando...
Mas hoje, quero falar dos filhos de quatro patas.
Pois é...
Minha virada de ano, não foi tão boa assim.
O céu ganhou mais uma estrela.
A Bela foi correr por entre as nuvens.
Ela já não andava muito bem, no auge dos seus quase 14 anos... (faltavam 20 dias para isso)
Estava andando com dificuldade, respirando ofegantemente, choramingando por atenção.
No dia 25, quando voltamos da festa de natal, ela estava prostrada no chão, não conseguindo andar.
No dia 26, tentamos ver se ela levantava, se se animava, mas ela continuava chorando. Mas, como ela estava comendo, achamos que fosse a artrose que tinha voltado.
No dia 27, o Carlos foi comprar os remédios para a artrose e acreditavamos que em 2/3 dias ela já estaria de pé novamente...
No dia 28 o Carlos dormiu com ela, pois ela não parava de chorar. Todo mundo em casa já estava agoniado.
Suspeitei da doença do carrapato.
Eu e o Carlinhos decidimos leva-la  ao veterinário no dia 29, pois era de cortar o coração.
Não era doença do carrapato, mas a pata estava muito inchada, então o veterinário receitou antibióticos.
No mesmo dia, ela descansou.
Choramos muito e as coisas que se sucederam foram de um impacto tão grande no meu coração que carregarei a lição de vida de meus animais para sempre.
O Happy, não saiu do lado da Bela. Cobrimos o corpinho dela e ele ficou deitado em cima dela, cuidando da companheira e tentando a todo custo reanimá-la. Foi de cortar a alma...
Ele procurou por ela durante 3 dias em casa e não queria saber de ficar sozinho, então o Pedro dormiu com ele na sala, para amenizar sua frustração.
Ficou conosco o tempo todo.
Agora, o que me causou mais impacto foi ele pegar um pedaço de pão, e deixar no lugar onde o corpo cansado repousara.
A Bela amava pão.
Foi a maior prova de amor que já vi...
E tem pessoas que acreditam que animais não tem sentimentos.
Eu, decididamente, vou cuidar dos outros 3 filhos de quatro patas que nos restam. Mas depois dessa dolorosa vivência, não quero mais ter bichinhos.
A Bela veio pra consolar a minha dor, dor de uma gravidez que não vingou e pra me trazer a alegria de cuidar de alguém.
Veio pra dar continuidade a nossa família que já tinha começado com o Happy.
Foi a cachorra mais fiel do mundo, adorava deitar aos nossos pés para fazermos massagem nela.
Quando afaguei aqueles pelos pela última vez, sabia que não iria ter lágrimas que bastassem para agradecer a oportunidade de conviver com aquela doçura de quatro patas.
Preta linda, comedora de pão, espalhafatosa, minha Bela.
Descanse em paz.
Te amo pra sempre.

Dani Nunes